DEPOIMENTOS D@S ALUN@S DA PÓLEN

"É difícil por em palavras o quão bem esse studio maravilhoso me faz, como algumas sabem, eu sofro de transtornos de ansiedade e depressão desde os 9 anos de idade, mas teve um período da minha vida que nada mais me agradava...antes de conhecer a Pólen, eu não fazia mais as coisas que gostava, apenas sobrevivia uma vida dura de medicação e pensamentos auto destrutivos, vivi por anos dessa forma apesar de ter tido uma melhora, mas ano passado cheguei em um momento na minha vida que precisava fazer algo pra mudar, até que um dia me olhei no espelho e pensei que o melhor seria procurar uma atividade pra fugir da rotina e cuidar de mim, se não ia enlouquecer de vez... Tentei fazer isso com varias atividades mas nada que durava mais do que 30 dias.

Então um dia pesquisando descobri sobre a prática do pole, e buscando por lugares na internet encontrei o studio de vcs e resolvi tentar.

Juro que nas minhas primeiras aulas me senti super frustrada por não conseguir fazer nada...talvez resultado de mais de 10 anos parada sem atividade física, mas vcs profs com o jeitinho cativante que vcs tem, conseguiram me motivar a continuar e olha só, Dia 15 fizeram 7 meses!! Essa atividade maravilhosa melhorou minha ansiedade e depressão e hoje não dependo tanto de remédios igual antes, me sinto uma pessoa mais aberta e menos reprimida e retraída diferente de como era antes, de conhecer vcs, mas juro que se não fosse pelo incentivo e energia contagiante que vcs nos passam talvez tivesse desistido, mas a sensação que cada aula me da de superação e de logo logo eu chego lá me enche de energia para continuar. Hoje não consigo mais me ver sem isso na minha vida. Muito obrigada suas lindjas por todo carinho e dedicação que vcs tem com todas nós, vcs não fazem ideia, mas eu posso afirmar com todo coração que vcs são parte dessas mudanças positivas que aconteceram com essa abelhinha aqui. ❤"

Jessica Abrahão

Consultora de vendas e aluna Pólen


"O que falar sobre a Pólen na minha vida!? Simplesmente mudou a coisa mais complicada que carregava todo esse tempo, eu mesma. Somos muito duras com o mundo e as pessoas, mas principalmente com nós mesmas, e o pole dance mudou minha relação comigo e o mundo. Para isso, cada professora teve seu papel fundamental no processo.

A Talia, desde a primeira aula experimental senti que era dela que precisava primeiro. Com sua doce força, mulher madura e resiliente, a expressão de força que me inspirou, me tirou da zona de conforto e me mostrou como me posicionar em torno do pole e também para o mundo!

Com o tempo veio a Pim. Mulher expressiva com a fala e com o corpo, tirou de mim a capa preta na qual eu tentava me esconder atrás. Me deu segurança para tentar começar a criar pensando fora da caixinha da força, e que o belo além de ser aperfeiçoado, vem com o tempo.

A Barbara veio para complementar com a Pim, mostrando uma forma expressiva além, unindo força e movimento. Uma união da Pim e Talia em um novo estilo de inspirar.

E por último e não menos importante, a Carol, doçura escorre dela só de olhar, jeito me menina em corpo de mulher, ensina que precisamos ser curiosas com nosso corpo e mente.

O corpo de professoras da Pólen se completa e a energia criada entre elas é única e cheia de vida. Tenham a certeza de que cada uma possui um papel muito importante em nossas vidas, cada uma a sua maneira e em cada aluna também de maneira diferente.

Muitos sentimentos bons por todas ❤❤❤❤."

Vitória Jahn

Bióloga e aluna Pólen


"Eu sei (e sei bem) que muitas pessoas enxergam o Pole Dance somente como uma dança sensual, e muitas vezes não enxergam outro propósito além desse. Eu queria dizer que não tem nada de errado em entrar em contato com a própria sensualidade, descobrí-la, despertá-la e fazê-la florescer. Mas o Pole Dance é mais do que isso. Talvez o que eu vou falar a seguir seja interpretado como conversa furada por algumas pessoas. Mas eu não sou de falar só por falar, não sou de falar algo que eu não considere, dentro de mim, como verdadeiro. O pole (e acredito que principalmente a Pólen) me ensinou a me amar, amar meu corpo, amar meus "defeitos", amar minhas falhas (que um dia se tornarão aprendizados e conquistas), amar minha história de vida e a história do meu corpo, enfim... A partir disso, de conversas e de outras experiências, eu fui aprendendo outras coisinhas (bem importantes), aprendi que não preciso usar uma roupa justa, ou de tal jeito, ou da última coleção da marca tal, pra me sentir bonita... Não preciso estar 100% disposta e 100% bem psicologicamente todos os dias durante todas as atividades, mesmo que essa atividade seja uma paixão, com o pole... Porque nós temos altos e baixos, dias ruins em que enfrentamos vários obstáculos, ou dias bons em que conseguimos tudo o que queríamos. E ta tudo bem. E os dias ruins melhoram um pouco, de repente, no meio de uma aula de pole. E é maravilhoso. Aprendi também que as mulheres (falo mulheres porque percebo que isso é muito mais frequente e intenso entre nós) não são inimigas naturais, que já nascem pensando em serem umas melhores que as outras a todo custo, e sim que isso - infelizmente - nos é transmitido culturalmente, mas que podemos mudar a direção desse caminho. E quando fazemos isso, tudo fica muuuuito melhor! Ninguém sai perdendo porque quando uma ajuda a outra e isso se torna um lindo ciclo, somos todas vencedoras e nos libertamos de problemas que nem deveriam ser problemas, e ainda por cima ganhamos muitas amizades, trocas de experiências e reciprocidade de coisas boas. E é isso que acontece na Pólen. Parece mentira, né? Como que uma escola de dança com foco em Pole Dance pode proporcionar tudo isso? Não sei a resposta exata, mas um conjunto lindo de pensamentos, de filosofias de vida, de idéias, de criações, de trocas e de paixão pela dança, pela arte, pelo esporte, amor por nós e entre nós, acho que isso já vale bastante, né?."

Luisa Boeing

Estudante de psicologia e aluna Pólen


"O que é ser uma abelha da Pólen?

Começa antes mesmo da aula, na sua casa enquanto você escolhe suas roupas e pensa que um ano antes você usava o dobro de pano - tudo para esconder aquela gordurinha indesejada - e hoje você só pensa em estar o mais confortável possível, porque sabe que dentro do studio a única coisa que importa é se sentir bem consigo mesma, porque ninguém vai te julgar. Aliás, lá dentro você vai ouvir que é linda, que é forte, que é maravilhosa, muito mais do que estava acostumada na vida.

Então chega o momento em que você entra por aquela porta de vidro da Rua Pará, 1814, sobe as escadas e, logo que chega no primeiro andar, já sente aquele cheirinho característico saindo pelas frestinhas da porta.

Ao entrar na Pólen, você se sente acolhida. Não tem outra palavra para descrever. Você é recebida com sorrisos. Pela Sami, pelas alunas que esperam e até pela professora, que interrompe a aula para te falar um "oi" bem animado e logo volta para as explicações.

É um espaço que a gente sabe, ao olhar, que foi pensado para nos fazer sentir como se estivéssemos em casa. E, para muitas de nós, a Pólen é realmente uma segunda casa. Ou melhor, um castelo. Um castelo costruído por duas rainhas, que além de serem pole dancers incríveis e dedicadas, são seres humanos que foram colocadas na Terra para fazer dela um lugar mais bonito.

A Talia é a personificação da doçura e da maternalidade. Ela te dá forças quando você dá de cara com a maior das barreiras e não te deixa desanimar. Ela faz tudo com tanto amor que você sempre vai querer deixá-la orgulhosa e mostrar que o tempo que dedicou a você não foi em vão. Ela é uma verdadeira inspiração, não só no pole dance, mas na vida.

E a dona Pim Lopes? No começo a gente fica meio intimidada com esse mulherão da porra, mas passa dois segundos e ela já faz a gente cair na gargalhada. Eu não canso de admirar sua dedicação, sua força infinita, sua paixão, sua persistência e a forma como vibra com cada vitória de cada aluna. É incrível a sua humildade de sempre buscar aprender conosco tanto quanto aprendemos com ela. Com ela gente sente que sempre vai ter uma amiga com quem contar e que não vai nos deixar cair - às vezes literalmente, quando tentamos um move arriscado.

Como se não bastasse ser administrada por pessoas tão maravilhosas e ter formado uma equipe incrível - com as lindas Sami, Ba e Carol - conforme foi crescendo, a Pólen ainda é capaz de proporcionar amizades.

O ambiente acolhedor nos torna mais próximas e faz com que a gente queira se conectar com aquela pessoa que está na barra ao lado. Faz a gente querer se conectar com pessoas que nem encontramos pessoalmente ainda. A turma se torna um estímulo para voltarmos na próxima aula e fazermos aquela coreografia sincronizadinha. O apoio das colegas se torna essencial para que aquele move dificilímo saia. E o happy hour pós-aula é onde a gente descobre todo mundo é igualmente doido.

Ser aluna da Pólen faz você descobrir uma capacidade monstruosa que você não sabia que tinha. Uma força que vai além do que sua aparência física aparenta. Uma beleza que floresce de dentro e reflete por fora quanto mais você vai se sentindo confortável na própria pele. É amar seus roxinhos e calos e reconhecê-los como sinais de evolução. É aprender o que é sororidade e trabalho em equipe, mesmo o pole dance sendo um "esporte individual". É fazer parte de uma família, de um movimento. É aceitar a si mesmo e aos outros."

Giovana Kai

Analista de marketing e aluna Pólen


"A Pólen entrou na minha vida pra me salvar. Quando eu não me admirava mais, não me reconhecia no espelho e estava infeliz com o que sentia sobre mim. É um prazer tão grande pensar nessa mudança toda que aconteceu na minha vida e na forma com que eu me enxergo.

Há muitas coisas a se aprender, coisas que levam tempo. Algumas vezes me peguei "empacada" em um movimento, e até desanima um pouco. Por vezes precisei de um apoio das profs Talia e Pim. Mas não tem nada mais maravilhoso do que cair, cair, escorregar por diversas vezes e daí finalmente conseguir. Tudo no seu tempo!

Amo a forma com que o pole dance trata o nosso corpo, mente, nos une e nos levanta a cada aula 💕 só sinto gratidão por tudo."

Larissa Jane
Comerciante e aluna Pólen



"Esperei 4 meses para fazer aula com a Pim. Ela é do tipo de pessoa polivalente, ampla, e de uma garra incrível! Quando digo pessoa, é que por trás dessa profissional foda, tem realmente uma mulher que magnetiza a gente, prende nossa atenção com esse carisma e jeito meigo (muitos risos) de lidar com as mais diversas situações! A Pim é dessas pessoas, que são INTENSAS do começo ao fim em tudo que fazem (OBRIGADA LEÃO, MELHOR SIGNO)!

Eu fico muito feliz em fazer parte da história da Pólen, mas muito mais feliz em fazer parte da história dessa mulher! ❤."

Giovanna Anizelli

Empresária e aluna Pólen


A Pólen se tornou um dos meus lugares preferidos em Londrina. Desde o dia em que fui assistir uma aula pra saber como era já senti uma energia diferente no lugar e sabia que era ali que eu queria ficar.

Sempre fiz dança durante a minha vida, e devido à faculdade eu estava há 5 anos parada, nesse meio tempo tentei me inserir em algumas academias de dança de salão mas não me senti totalmente integrada, meu corpo pedia algo a mais, algo diferente. Foi então, pisando na Pólen logo na primeira vez que eu compreendi que era aquilo que eu precisava. E o que dizer da equipe maravilhosa deste lugar?

Talia é a quem eu devo todos os conhecimentos que eu tenho sobre pole, cheguei crua, sem saber nada sobre essa dança totalmente diferente para mim,e ela com toda sua calma e paciência foi me ajudando a dar meus primeiros passos, muitas vezes ela acreditou mais em mim do que eu mesma. Seu jeito leve e bonito de fazer os movimentos me inspiram, além de sua força, que me motiva a treinar para preparar meu corpo para as coisas mais difíceis. Sou realmente muito grata a ela, e nunca a esquecerei, dizem que nunca esquecemos das nossas primeiras professoras não é mesmo?

A Pim é minha inspiração em relação à fluidez e dança. Quando a vejo dançando me emociono, pois sinto que ela coloca emoção, amor nos movimentos, dá para sentir o que a dança representa pra ela, toda a expressividade que ela coloca é emocionante de ver, pois da para ver que a dança significa muito mais para ela do que um simples exercicio físico, é paixão, e nisso eu me identifico com ela.

A Bárbara me mostrou uma calma que eu compreendi que seria necessária para o meu processo no pole. Quando cheguei aqui fiquei muito frustrada, sentia que não sabia dançar, que eu era ruim, que eu não ia conseguir. E ao ver a Bárbara com tanta leveza e calma em seus movimentos e modo de ensinar pude compreender que eu precisava ter paciência e ver que o progresso no pole é diferente e totalmente particular do que em outras danças.

Sobre a Carol tenho muitas coisas a dizer, pois temos uma história juntas. Mas aqui cabe eu dizer sobre o orgulho que eu sinto por ela, a admiração e a felicidade em ver que ela conquistou esse lugar e que está desempenhando seu papel de professora de maneira brilhante, e que meu coração se enche de alegria quando vejo seus movimentos executados tão lindamente no pole. Tive o prazer de acompanhar um pouco da sua trajetória enquanto psicóloga e dançarina, e me orgulho do que ela está se tornando.

Eu nunca esquecerei desse lugar e do que ele significa para mim, sou eternamente grata pelo o que ele fez por mim: trouxe a dança de volta para minha vida. ❤

Lara Balera

Estudante e aluna Pólen


Comecei o pole dance em novembro de 2015, logo após o término de um longo relacionamento e momento em que estava me redescobrindo enquanto mulher. Uma grande amiga, que tempos depois veio a se tornar parte desta colmeia linda, começou a me incentivar a procurar um estúdio, pois já estava procurando uma atividade física. Já era o fim do ano, mas eu não queria esperar; eu precisava começar e ver se eu realmente iria gostar. E foi amor à primeira vista. Eu, que nunca tinha feito dança alguma, nem nenhum outro exercício físico por mais de um ano, me apaixonei.

O tempo foi passando, com ele fui aprendendo a compreender e entender minhas facilidade e minhas dificuldades. Aprendi valorizar meus pontos fortes e não deixar meus pontos fracos tomarem conta de mim. Antes do pole dance, não conseguia entender que eu era passível de erros e dificuldades. Ele me mostrou que cada coisa tem seu tempo e a persistência me levaria onde tanto queria.

Foi no pole e na Pólen que eu aprendi a me conhecer e a me amar. Passei a gostar do meu corpo, aceitar meu biotipo e me sentir segura de quem eu sou e quem eu me tornei. Foi uma descoberta que me libertou. Não há nenhum outro lugar no qual eu me sinta segura pra ser o que eu quiser. Sabe aquela pessoa que a Jout Jout fala em um vídeo que ela jamais imaginaria fulana de top, shortinho, salto dançando em um vídeo? Pois é. Sou eu. Quem me conhece há anos pode confirmar essa mudança toda em minha vida.

A Pim, minha professora desde o meu primeiro dia e pra sempre eternizada em minha pele, foi uma das grandes responsáveis para que isso acontecesse. Ela teve paciência pra ensinar essa pessoa cabeça dura e a persistência de não permitir que eu desistisse ao deixar que o medo e a autocrítica tomassem conta de mim. Foi amorosa e dedicada em todas as aulas, fossem nas de técnica, fossem nas de coreografia. Era possível ver cada pinguinho dela.

Amo tanto esse lugar que ainda está na minha memória a minha última aula antes de mudar. Ao fim da aula de técnica, sentei no chão e chorei. Chorei de saudades antecipadas, de medo de não me sentir acolhida em outros lugares, de nostalgia de tudo o que vivi, e principalmente, de ter que deixar minha turma, minhas professoras, minhas amigas, pois o pole me trouxe amigas pra vida, e simplesmente de não ter mais isso em minha rotina.

Não tem como não amar uma dança que traz o melhor de você em um lugar que te acolhe e te ama com seus defeitos e qualidades. A Pólen me ensinou a melhorar como ser humano, amiga, me amar, me respeitar e o verdadeiro sentido de sororidade!


Natália Luri

Professora de inglês e ex-aluna Pólen